Televisão ou internet? Qual é a queridinha dos brasileiros?
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Televisão ou internet? Qual é a queridinha dos brasileiros?

Pesquisa revela que os brasileiros consideram a internet o meio de comunicação mais utilizado e 16 milhões usam televisão e internet ao mesmo tempo

É fato que a internet conquistou um grande espaço na vida das pessoas e revolucionou o fluxo de informações na mídia. Uma pesquisa realizada pelo IBOPE, revelou que 42% dos brasileiros consideram a internet o meio de comunicação mais utilizado.

A pesquisa mostrou também que os usuários passam em média 4h59 por dia conectados, já em frente à TV são 4h31 horas por dia. O que demonstra o quanto os veículos online conquistaram o público, que antes tinha a TV como meio principal de comunicação.

Outro comportamento observado pela pesquisa é que 16 milhões de brasileiros acessam portais, sites e redes sociais enquanto assistem televisão. O levantamento do IBOPE feito em São Paulo e Rio de Janeiro, aponta que 65% das pessoas comentam online sobre determinados programas durante suas transmissões, sendo a maioria mulheres. Na mão inversa, os entrevistados também já trocaram de canal ou ligaram a televisão para ver programas sugeridos ou comentados em mensagens que recebidas pela internet.

O que gera engajamento na internet?

Os fatos engraçados são os mais comentados na internet, apontam 64% dos paulistas e cariocas, seguindo dos eventos polêmicos (44%) e trágicos (25%).

Porém, a confiança está em baixa no mundo virtual. Para 53% das pessoas, notícias veiculadas em jornais impressos, seguidos do rádio e TV (50% e 49% dos entrevistados) são mais confiáveis do que as informações postadas na internet, que é confiável apenas para 28%.

A estudante de jornalismo, Kessy Christine (23), conta que é possível ter informações corretas tanto na internet quanto na televisão. “É tudo variável, você pode ter informações corretas tanto na internet quanto na televisão. Se você for pensar em todo o processo de checagem e tudo o mais, a TV soa mais confiável. Mas, tem o fator editorial, que pode fazer as informações tropeçarem um pouco nesse sentido. Então, ao meu ver, essa questão de segurança vai muito de quem procura”, opina.